O que leva uma pessoa a cair 2 vezes no mesmo erro (será?) e continuar à espera, desejoso até, que a mesma situação volte a ocorrer?
A paixão despertada pelo proibido? O raio da quimica interpessoal? A adrenalina de participar numa traição?
Não tenho consciência capaz de contrariar os instintos inconscientes que se expõem quando estou perto dela.
Chego à conclusão que afinal a traição maior não é a dela com ele, o oficial; é a dos meus instintos comigo, o outro.
Sempre fui o outro, tirando um ano de oficial (de transição), e sempre me irritei com o facto de me permitir a essa fraqueza, de me deixar dominar pelos meus instintos, ao fim e ao cabo de me deixar dominar por ela...
